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O Departamento de Comércio e Indústria nomeou representantes econômicos para mais de 55 grandes cidades no mundo com o propósito de promover as exportações, os investimentos, a transferência de tecnologia e as relações comerciais bilaterais com esses países. O escritório do Departamento Comercial em São Paulo não só lida com relações comerciais de ambas as partes como também conduz as visitas que têm como finalidade o comércio com empresas brasileiras e de investimento nos setores alvo, além de fornecer informações econômicas básicas sobre África do Sul e Brasil. O escritório de São Paulo é o Departamento Comercial do Consulado Geral da África do Sul. Ele é formado por diplomatas transferidos do Departamento de Comércio e Indústria na África do Sul e também por funcionários brasileiros.
| Para maiores informações favor contatar: | ![]() |
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Cônsul Comercial Assistente de Marketing |
Sr. JL Moatshe Mark Rabbitts Vânia Del Rio |
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| Endereço: | Consulado
Geral da África do Sul Av: Paulista, 1754, 17º andar, 01310 920 São Paulo S.P Brasil |
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| Contato: | Tel: (09 55 11) 3265-0441 Fax: (09 55 11) 3288-3742 E-mail: safrica@terra.com.br |
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SERVIÇOS
I. A assistência às empresas Sul-Africanas inclui:
Fornecimento de informação e apoio nas oportunidades de exportação nos setores alvo.
Levantamento de feiras comerciais.
Promoção do acesso das mercadorias Sul-Africanas no mercado brasileiro através de pesquisas de mercado em setores alvo.
Promoção das ligações entre as Micro, Pequenas e Médias empresas Sul-Africanas (SMMEs) com as brasileiras de mesmo porte e facilidade de ligação entre asinstituições governamentais de Micro, Pequenas e Médias empresas de ambos os países.
Assistência para que sejam formadas joint ventures e encontrados parceiros estratégicos com ênfase em investimentos internos.
Assistência a empresas que desejam explorar as oportunidades de investimentos externos fornecendo-lhes informações sobre o mercado brasileiro.
Indicação de como fazer negócios no Brasil.
Anúncio dos produtos das empresas numa revista publicada pelo Departamento a cada três meses.
II. Às empresas brasileiras o Departamento Comercial fornece informações e assistência sobre os seguintes assuntos:
| i. | Iniciativas
de Desenvolvimento Regional - Projetos Corporação de Desenvolvimento Indústria. Fax: (00 27 11) 269-3116 Tel: (00 27 11) 269-3000 |
Dept.Of
Trade And Industry CSIR-Chemistry Software and Information Resources SA Chamber of Commerce |
| ii. | Privatização | SA Government |
| iii. | Oportunidades comerciais e de investimento nas províncias | SA Government |
| - Importação | Business & Commercial Information Dept.of Agriculture Search South Africa SA Government |
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| - Transferência de tecnologia | Dept.Of
Trade And Industry SA Governmen |
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| - Contendo dados atualizados sobre a economia Sul-Africana e produtos. | Newsletter | |
| - Informações econômicas e outras relações comerciais na África do Sul | SA Mining & Industrial Supplies |
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Sr. Nelson Reis Tel. (11) 3123-4218 - Fax: (11) 3123-4219 E-mail: ccbrsa@click21.com.br |
INFORMAÇÕES ECONÔMICAS BÁSICAS
Desde as primeiras eleições democráticas em abril de 1994,a África do Sul tem se movido rapedamente no sentido de por um fim a seu isolamento político e econômico do resto do mundo. Não apenas constitui-se num país estrategicamente localizado aos mercados mundiais, mas é hoje também o maior participante econômico do continente, com:
88%
do grupo de metais da platina |
PARA MAIORES INFORMAÇÕES ECONÔMICAS E ESTATÍSTICAS:
The Central Bank of South Africa
Dept.Of Trade And Industry
A Macro Economic Strategy
Statistics South Africa
SA Government
Johannesburg Stock Exchange
Industrial Development Corporation (Corporação de Desenvolvimento Industrial), fax: (00
27 11) 269 3116 tel.:(00 27 11) 269 3000
National Economic Development and Labour Council
Congress of South African Trade Unions
1. CÂMARAS DE COMÉRCIO SUL - AFRICANAS
SACOB, South African Chamber of Business
| Telephone | Facsimile | |
| NAFCOC | (00 27 11) 336 0321 | (00 27 11) 336 0420 |
| AHI | (00 27 12) 476 162 | (00 27 12) 477 720 |
| FABCOS | (00 27 11) 333 3701 | (00 27 11) 333 1009 |
| JCCI | (00 27 11) 726 5300 | (00 27 11) 482 2000 |
| Business South Africa | (00 27 11) 331 3412 | (00 27 11) 331 5140 |
A economia da África do Sul é a maior e mais avançada da África.
Durante a década passada, o país foi submetido a sanções econômicas cada vez mais severas. No entanto, sua exclusiva variedade de minérios incluindo vastos recursos de carvão , sua agricultura bem desenvolvida, seus setores industriais e comerciais permitiram sua sobrevivência.
Com a libertação de Nelson Mandela, em 1990, e a clara intenção do governo de entrar nas negociações, a África do Sul deu início ao seu retorno à comunidade internacional.
Na metade de 1993, a economia estava se recuperando e esta tendência continuou. Os negócios e a confiança dos investidores foram elevados, em função das políticas monetária e fiscal, implementadas naquela época.
A inflação naquele ano caiu para menos de 10% depois de mais de uma década e a economia atingiu um crescimento positivo pela primeira vez em muitos anos. O "finrand" foi abolido no início de 1995 e cresceram as esperanças de que os controles de câmbio remanescentes seguiriam o mesmo caminho.
A República da África do Sul possui uma economia comandada por livres empreendimentos. O Estado participa, diretamente, de uma ampla faixa de atividades industriais tais como produção de óleo e armas e, indiretamente, de muitas outras, através de várias agências de desenvolvimento.
No entanto, nos últimos anos, a tendência mundial a favor das propriedades privadas causou um impacto na República da África do Sul. A South African Iron and Steel Industrial Corporation (ISCOR) foi privatizada e incluída na Bolsa de Valores de Johannesburg, seguindo o precedente aberto há alguns anos pela South African Coal Oil and Gas Corporation (SASOL).
Os serviços financeiros são sofisticados e bem sucedidos e há uma boa infra-estrutura nos transportes e nas telecomunicações. A mineração, a manufatura, o comércio, a agricultura e as finanças sempre foram empreendimentos livres. A legislação antimonopólio só é utilizada, quando uma situação particular de monopólio é significantemente contra os interesses públicos.
As fusões, os acordos voluntários e similares são permitidos, a menos que estejam contra os interesses públicos. Na periferia da economia formal encontra-se uma grande economia informal de comerciantes, prestadores de serviços e agricultores de subsistência.
+ Indicadores de Padrão de Vida |
O comércio da África do Sul tem se tornado cada vez mais diverso e contribui para metade do PIB. As indústrias de transformação exportam, principalmente, produtos de ferro e aço, papel e celulose, produtos químicos e alimentícios, correspondendo a 35% das exportações.
A África do Sul é um grande exportador de produtos agrícolas, especialmente milho, açúcar, frutas e vegetais, mas, como toda a África, enfrenta expressivas variações nos níveis de produção, devido à seca periódica. As importações sul-africanas consistem, sobretudo, de máquinas e equipamentos, peças para carros, óleo cru, vestuário e produtos têxteis.
Os objetivos da política em vigor são livrar o país do protecionismo, liberar o comércio e promover as exportações. Mas conforme a economia vem se expandindo, as demandas por importações continuam a pressionar a balança do comércio, normalmente positiva, e a limitada participação de capital estrangeiro.
Em junho de 1996, o governo lançou a Estratégia de Redistribuição e Crescimento de Empregos (GEAR), com o objetivo de criar uma economia competitiva, crescente e de geração de empregos, redistribuir os recursos e as oportunidades para os pobres, facilitar o acesso à saúde, à educação e à moradia.
A estratégia engloba reformas orçamentárias e redução do déficit, liberação do comércio e reforma de tarifas, mercado de trabalho flexível, investimento em infra-estrutura renovada, incentivos fiscais para atrair investimentos e comprometimento com as políticas coordenadas.
Apesar da diversificação da economia sul-africana, a indústria de mineração permanece como o setor principal, respondendo por um terço do PIB.
O segmento utiliza, aproximadamente, 50% do capital estrangeiro, emprega, diretamente, 12% da força de trabalho e, talvez, um terço indiretamente. É um importante mercado para os fornecedores nacionais, sendo também uma fonte de matérias-primas para as indústrias locais.
A agricultura, a silvicultura e a pesca contribuem juntas com 6,1% para o PIB. Eis os principais produtos da África do Sul: milho, trigo, açúcar, batata, tabaco e frutas (incluindo a uva, que sustenta uma indústria de vinho em crescimento). Destes, o açúcar, o milho e as frutas proporcionam substanciais ganhos de exportações.
A lã é o segundo maior produto agrícola de exportação, depois do milho, e está em décimo na lista dos países exportadores. A África do Sul é o quarto maior produtor desse item fora da Ásia. Os 27 milhões de carneiros do país incluem, principalmente, a raça Merino sul-africano para lã e a raça Dorper para carne de carneiro.
A África do Sul possui, aproximadamente, 8,4 milhões de cabeças de gado, consistindo das raças Bos taurus (tais como Hereford e Aberdeen Angus) e a índigena Bos indicus (tal como Afrikaner). Os 2 milhões de vacas leiteiras do país (principalmente Friesian) são a base da progressiva indústria de laticínios, que produz manteiga, leite condensado, leite em pó, queijo e produtos de leite fresco.
A Eskom é uma concessionária de recursos próprios e fornece quase 95% da eletricidade da África do Sul.
A eletricidade é distribuída nacionalmente por um raio de 238 mil km, através de fios em postes e aproximadamente 6 mil km, por meio de cabos subterrâneos.
A Eskom opera algumas das maiores usinas geradoras de energia baseadas em queima de carvão do mundo. A empresa tem o compromisso de gerar energia para mais de 1,75 milhão de casas entre 1994 e 2000, melhorando a vida de 11 milhões de pessoas. Desde 1991, foram conectadas 1,5 milhão de casas. A Eskom está se expandindo no subcontinente para oferecer energia em uma grade regional.
A contribuição das fábricas para o PIB tem aumentado, significantemente, ao longo dos anos e está estimada, no momento, em 25%.
O governo estimula a indústria a iniciar programas de capacidade local. Os incentivos são oferecidos para o desenvolvimento em áreas descentralizadas.
+ A seguir, uma lista do setor de manufatura: |
Com o passar dos séculos, a África do Sul criou uma infra-estrutura econômica que domina o continente.
+ O país oferece: |
A completa rede de rodovias da África do Sul une locais da grande área metropolitana aos pequenos vilarejos. Possui mais de 206 mil km de extensão. Sendo que deste total, mais de 57 mil km são asfaltados.
A Spoornet a ferrovia do governo opera uma rota de 21.303 km de estradas de ferro (34.110 km de trilhos), das quais 42,6% são eletrificadas. O luxuoso Blue Train corre entre Pretoria e Cidade do Cabo (uma distância de 1.600 km), sendo bastante popular entre os turistas.
Existem seis portos principais na costa da África do Sul de aproximadamente 3 mil km. A saber: Durban, Baía Richards, East London, Porto Elizabeth, Cidade do Cabo e Saldanha. Durban é o porto mais ativo da África do Sul e acredita-se que seja o terceiro maior da África.
A South African Airways é a empresa de transportes do país e opera uma grande rede de serviços interna e internacionalmente. É a única empresa de transportes com vôos diretos entre os Estados Unidos e a República da África do Sul.
A telecomunicação item básico da vida moderna no mundo dos negócios é uma das indústrias que crescem mais rapidamente na África do Sul.
Com uma taxa de expansão de 45% amplamente proporcionada pela introdução de telefones celulares (crescimento excedente de 50% em 1996) e pela recente privatização parcial da Telkom este setor é vital
Em 1994, o Departamento de Comércio dos EUA identificou a África do Sul como um dos dez principais "Grandes Mercados Emergentes" (BEM) do mundo.
Com esta designação, o Departamento de Comércio reconheceu o enorme potencial que existe na África do Sul para os negócios dos EUA. Até o ano 2000, o mercado coletivo dos BEM será maior que o da União Européia. Até o ano 2010, espera-se que o mercado dos BEM seja maior que o da União Européia e o do Japão juntos. Claramente, os mercados dos BEM são os investimentos comerciais do futuro.
+ A África do Sul foi classificada como um dos BEM pelas seguintes razões: |
Onde estão as áreas de crescimento?
O Departamento de Comércio dos EUA identificou as seguintes áreas como propícias para o investimento estrangeiro: aeronaves e peças, indústria química, computadores e periféricos, software para computadores, farmácia, equipamentos médicos, aeroportos e equipamentos de suporte em terra, franquias, maquinário para trabalho em metal e telecomunicações.
Enfoque Especial da Indústria
Equipamentos e software para computadores
O mercado de informática da África do Sul avaliado em quase US$ 1 bilhão em 1994 está mudando seu enfoque de "mainframes" para computadores pessoais e redes baseadas em PC. Esta transição também está estimulando a demanda por laptops e notebooks e equipamentos periféricos, incluindo impressoras, dispositivos de armazenamento e outros acréscimos em hardware.
O mercado de serviços de informação na África do Sul estimado em US$ 500 milhões está crescendo aproximadamente 16% ao ano. As companhias dos EUA que oferecem serviços de reparo, serviços de computadores profissionais e serviços de informação on-line serão beneficiadas pelas expansivas oportunidades neste setor.
Tecnologia de Assistência Médica
O mercado de produtos e equipamentos médicos é avaliado em mais de US$ 250 milhões por ano e uma taxa anual de crescimento de cerca de 5%.
Identificadas como um dos mais promissores setores para crescimento de negócios atualmente na África do Sul, as franquias chegam ao número de 90 no país. De longe, a maior franquia é a indústria de fast-food, seguida por outros setores de serviço, tais como serviço automobilístico, treinamento educacional, salões de cabeleireiro e serviços de limpeza industrial.
Last updated: 31 out 2006